Introdução.
Pois é, eu quero aprender português, mas até aqui nada de novo porque isso era evidente já antes que eo o dissesse.
Faz alguns dias que resolvi leer (ou pelo menos consultar sistemâticamente) O Povo Brasileiro, escrito por o antropólogo Darcy Ribeiro e Doze Lendas Brasileiras- como nasceram as estrelas, publicado por a escritora ucrânia naturalizada brasileira, Clarice Lispector.
Os dois livros têm a ver com os primeiros índios brasileiros, população que morava na América antes que os europeos chegassem no novo continente (os índios ainda moram na América latina mas seus número é drasticamente diminuido!).
De novo, embora com finalidades diferentes, os dois se referem ao mundo primordial e primitivo dos nativos brasileiros, tratando do advento da civilização que destruiu quase totalmente a natureza, finalzinho a selvageria, aquele contacto com a natureza mesma que os índios habiam.
Agora, depois de ter feito essa breve introdução (que a final de conta vai ser mais longe do que o texto mesmo), no seguiente texto vou tentar descrever justamente uma paisagem, um lugar de natureza viva e ativa, daqueles que uma vez houve no mundo e que gostaria de ver pessoalmente no curso da minha vida. Parte Um.
É de manhã cedo.
As estrelas pisca-pisca desapareceram desde várias horas mas o céu está bem escuro.
A lua se atrasa a desaparecer: com seu rosto cheio de maquiagem branco, parece que ela está esperando seu namoradinho, o sol, amarelo e brilhante, e na possibilidade de ser iluminada por a luz nascente dele, a lua fica toda feliz, alegre e apaixonada.
Mas como é que o sol demora no apresentar-se a seu encontro romântico com a lua?
E desde quando uma senhora é forçeada assim, a esperar seu namorado?
Debaixo desse céu escuro, desse negror, todo mundo dorme.
Só há um menino acordado que joga perto daquele riacho buliçoso aí, na sombra das árvores, as cujas folhas parecem estar protegendo- o dos raios da lua.
A qual lua agora, além de ter muito esperato, começa a ficar irritada, porque O Senhor Sol ainda não se dinha de chegar!
Então, você consegue ver aquele menino do que eu estava falando?....